Como fazer para que as diferenças, em vez de nos separar, nos fortaleçam? Como impedir que a diversidade se transforme em desigualdade e exclusão social? Mais do que isso, como estimular a diversidade e aprimorar ações para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa?
Essas são questões que devem pautar o trabalho realizado na Educação Integral, a medida que ela busca o desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes. Isso só é possível se considerarmos que cada um tem suas singularidades e seus determinados contextos.
Para programas,
que buscam apoiar organizações da sociedade que promovem
uma Educação Integral e inclusiva de crianças e adolescentes por meio de
formação e fomento financeiro, essas singularidades são vistas como
marcadores sociais, de raça/etnia, gênero, sexualidade e pessoa com
deficiência – e potências que devem ser trabalhadas no cotidiano.
A diversidade é uma temática presente transversalmente no percurso formativo dos programas, uma iniciativa com coordenação técnica na educação de formação on-line, traz atividades reflexivas e práticas que devem ser realizadas, para que os programas possam elaborar planos de intervenção em seus territórios.
A abordagem à diversidade é feita por meio do olhar para dentro da organização, em uma reflexão sobre a sua história e suas práticas. À luz dos marcadores sociais de raça/etnia, gênero, sexualidade e condição de deficiência, quais pessoas estão envolvidas nessas atividades, tanto na equipe quanto no público atendido.